(sindicato dos inspetores do SEF)

Mensagem Geral

 Caros associados e público em geral

 
Vivemos hoje tempos muito difíceis, de incerteza no presente e cepticismo perante o futuro. Esta é uma realidade que ninguém pode negar.
Na actual conjuntura, apresar das adversidades, é fundamental manter os funcionários motivados para se poderem atingir os objetivos propostos. O reconhecimento do desempenho, o bom ambiente no local de trabalho, a possibilidade de desenvolvimento pessoal e o maior envolvimento dos colaboradores na tomada de decisão, serão os verdadeiros desafios para qualquer líder que vise o sucesso da sua organização.
Os trabalhadores em geral e os Inspetores da Carreira de Investigação e Fiscalizarão do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras em particular, são diariamente confrontados com maior grau de exigência e aumento de competências e ao longo da sua carreira sujeitos a permanente desgaste físico e emocional, sem que a isso corresponda o reconhecimento esperado. Pelo contrário, todos os dias vêem os seus direitos diminuir.
Mas é imperioso dizer que não desistiremos. Agora mais do que nunca é urgente acreditar que vale a pena olhar o futuro com determinação e ao mesmo tempo aumentar a capacidade de intervenção e liderança. Os nossos associados esperam uma vigilância permanente e um compromisso de atuação sério e responsável na defesa dos seus direitos, não abdicando de princípios e valores, assumindo sempre que é dever de um sindicato livre, em consonância com os seus ideais congregar os trabalhadores na defesa de melhores condições de trabalho, unindo-os sob causas comuns na defesa do bem colectivo, deixando para um plano secundário os interesses pessoais.
A actuação sindical é sempre uma missão de serviço aos outros e à colectividade, uma missão nobre que se rege pelos valores do altruísmo e da defesa intransigente dos trabalhadores, daqueles que por si só dificilmente se fazem ouvir, mas que unidos têm uma força maior do que a soma simples das forças individuais. 
Pugnamos por um sindicalismo de negociação, mas assumiremos uma posição de contestação participativa, sempre que se torne necessário defender e promover os interesses legítimos dos nossos associados.  
Não abdicaremos de responsavelmente, e de forma intransigente, dentro de parâmetros de verdade e rigor, exigir o cumprimento da lei. 
Como sindicato fará politica e pugnaremos por justiça, lealdade e mérito.
 
Barcarena 15.11.2011
 
Acácio Patrício Pereira